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MMA Brasil
 


Centro-Oeste de Jiu-Jitsu lota ginásio do Cruzeiro

Grandes nomes da modalidade elogiaram a estrutura montada para a competição. Número de crianças escritas também chamou a atenção.

 Leôncio Almeida

            A Federação Brasiliense de Jiu-Jitsu (FBJJ) organizou no dia 28 de junho, no Ginásio do Cruzeiro, em Brasília, o I Campeonato Brasileiro do Centro-Oeste de Jiu-Jitsu. O evento contou com a participação de cerca de 400 atletas e aproximadamente 4 mil pessoas acompanharam os acirrados combates. 

 

     Além do Distrito Federal, equipes de Goiás, Mato Grosso e Tocantins disputaram a competição. O número de crianças escritas no campeonato chamou a atenção dos organizadores. Enzo Gabriel, representante da Cei Jiu-Jitsu, tem apenas 4 anos, mas já tem uma trajetória vencedora. O garoto - que treina BJJ e judô há 1 ano - é campeão brasiliense, do Centro-Oeste e do torneio do Sesc-DF.

 

    A mãe da jovem promessa, Marinalva Silva, de 32 anos, afirmou que, além das conquistas individuais, o jiu-jitsu ajuda na formação do seu filho. "Depois que eu o coloquei no jiu-jitsu, notei que ele adquiriu uma certa facilidade de interação com as outras crianças, sem contar que ficou mais disciplinado também. O esporte está sendo muito importante na formação do seu caráter", analisou.  

 

     Os atletas comemoraram a organização do evento.  Foi o caso de Bibiano Gomes (Cia Paulista), que ganhou uma medalha de prata na competição. Ele agradeceu à FBJJ pela iniciativa e destacou o aumento do número de campeonatos no DF: "Em menos de um mês tive a oportunidade de disputar duas competições. Fui vice-campeão da Copa Sobradinho. E, agora, também conquistei a 2° colocação aqui". Bibiano espera que, futuramente, o jiu-jitsu se torne um esporte Olímpico. 

 

     Grandes nomes do jiu-jitsu elogiaram a FBJJ 

 

     Várias personalidades também compareceram ao Campeonato Centro-Oeste e enalteceram o trabalho que vem sendo realizado pela Federação. Mestre Déo, que recentemente foi agraciado com a faixa-vermelha de 9° grau, elogiou a iniciativa da FBJJ: "Estou em Brasília desde 1979 e posso afirmar que nunca tivemos uma organização como essa na capital do país". 

     O renomado mestre ainda vibrou com a quantidade de crianças que participaram do evento. "Os pais estão mais confiantes em entregar os filhos ao jiu-jitsu. Isso mostra que estamos superando aquela fase triste de associação da arte a violência", comemorou. 

 

     O vice-presidente da Federação Metropolitana de Futebol, Paulo César Araújo, também aprovou o nível da competição e afirmou que, com o surgimento da FBJJ, a visibilidade do jiu-jitsu em Brasília aumentou de forma considerável. “Toda pessoa que prática um esporte gosta de mostrar aquilo que aprende. Então é necessário haver muitas competições. E a Federação vem fazendo isso com êxito”, observou. 

 

     Paulo César disse, ainda, que a divulgação do jiu-jitsu ajuda a reduzir os preconceitos à arte suave: “Muita gente associa o jiu-jitsu a uma luta violenta, ao vale tudo. Mas quando começa a conhecer o esporte ver que não é nada disso”. 

 

     O presidente da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo, Moises Murad, foi outro que elogiou a organização do Centro-Oeste. “O trabalho realizado pela FBJJ é muito sério e vem sendo muito elogiado. Eu rodo o País todo e posso afirmar que a organização desse evento é coisa de primeira linha. Isso vai trazer muitas alegrias para o jiu-jitsu de Brasília”, preveu. 

 

Só alegria

     O presidente da FBJJ, Roney Silva, ficou satisfeito com o sucesso da competição e projeta mais campeonatos para esse ano. “O evento, graças a Deus, foi um sucesso. Temos hoje 400 atletas competido. Gente, inclusive, de outros estados, como São Paulo, Goiás e Mato Grosso de Sul”, destacou 

 

     Roney Silva ainda lembrou que no dia 1 de novembro, no Ginásio coberto da Asa, ex Ascade, localizado na L2 Sul, acontecerá a 2° etapa do Campeonato Brasiliense de Jiu-Jitsu. Ele conta com a participação de todos os atletas e academias do Distrito Federal.



Escrito por leoncio.jiujitsu às 18h49
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Anderson Silva faz história no UFC

 

Leôncio Almeida

 

O brasileiro Anderson Silva venceu no dia 18 de abril, no Canadá, o compatriota Thales Leite por decisão unânime dos jurados e manteve o cinturão da categoria até 83kg do UFC. Além da defesa, Silva fez história ao obter sua nona vitória seguida na organização, ultrapassando Royce Gracie e Jon Fitch, ambos com oito triunfos.

 

No entanto, a performance de Anderson Silva, acostumado a aplicar belos nocautes nos adversários,  não agradou ao público canadense. A luta foi considerada morna e os presentes vaiaram bastante os brasileiros.

 

Apesar da façanha, alguns especialista e fãs de MMA estão “revoltados” com as duas últimas apresentações de Silva. Ele é considerado um dos melhores lutadores do mundo, mas, nesses combates, não fez jus à sua fama.

 

A imprensa, inclusive, o acusa de fazer “corpo mole”. Diz que Anderson Silva não estar se esforçando para acabar com seus adversários como antes.

 

Recentemente, Silva vem demonstrando vontade de enfrentar o ex-campeão mundial de Boxe, Roy Jones. A luta seria realizada nas regras de Boxe.

 

Mas o presidente do UFC, Dana White, rejeitou a idéia e não liberou Anderson. Para alguns especialistas, o motivo da queda de rendimento do brasileiro pode ser conseqüência da recusa de White.

 

Como fã incondicional de Anderson Silva, prefiro não acreditar nessa possibilidade.

 

Shogun nocauteia Liddell

 

Diferente de Anderson Silva, o brasileiro Maurício Shogun teve uma noite de gala e nocauteou, no 1° Round, o ex-campeão do UFC, Chuck Liddell.

 

Shogun é um dos lutadores mais conhecidos do mundo. Em 2005, com apenas 23 anos, desbancou os favoritos e venceu o GP do extinto Pride.

 

Mas, depois disso, sofreu várias contusões e seu rendimento caiu consideravelmente.

 

Parte de seus fãs, inclusive, não acreditava mais que Shogun fosse voltar a sua velha forma, principalmente depois das péssimas atuações contra Forrest Griffin e Mark Coleman.

 

Nessa luta contra Liddell, por exemplo, o brasileiro era tido como zebra. Mas surpreendeu a todos e não deu chances para o ex-campeão do UFC.

 

Obrigado, Shogun!

 

 

 

 



Escrito por leoncio.jiujitsu às 14h29
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Brasileiros duelam pelo título do UFC

 

Leôncio Almeida

 

O paranaense Anderson Silva pode entrar para a história do UFC – organização de MMA mais importante do mundo – no dia 18 abril. Silva é o campeão do peso médio (83Kg) do evento, e já defendeu o cinturão por cinco vezes. Em 2008, o brasileiro recebeu o prêmio de melhor lutador do ano.

 

Em caso de vitória, o Aranha, como é conhecido, baterá o recorde de defesa da organização. Apenas dois lutadores conseguiram marca igual a de Silva: os americanos Chuck Liddell e Matt Hughes.

 

Mas, para alcançar tal façanha, Anderson vai ter pela frente um conterrâneo, o duro Thales Leite, que é oriundo do jiu-jitsu. Leite tem um cartel quase perfeito, como 14 vitórias e uma derrota.

 

Ele treina na Nova União, uma das academias com maior credibilidade no MMA, e conta com o apoio de atletas renomados, como Vitor Shaolin, José Aldo e Pedro Rizzo, para bater o favorito Anderson Silva.

 

“É a oportunidade melhor da minha vida. É a luta da minha vida, não tem como dizer que não. É a mais importante, com maior peso e um duelo histórico no UFC. Dois brasileiros disputando o cinturão. O bom é que, independentemente de quem vencer, ele fica no Brasil”, destacou o desafiante.

 

O Anderson é, sem sombra de dúvidas, o favorito. Além do seu impecável muay thai, é faixa-preta de jiu-jitsu. Pode se dizer que é um lutador quase completo e vive sua melhor fase na carreira.

 

Já o Thales é jovem e tem garra. Treina numa ótima escola e, para conquistar o cinturão, confia no seu justo jogo de chão.

 

Os fãs do esporte esperam um bom combate. Não vou perder esta batalha por nada. São dois ótimos lutadores querendo fazer história na organização. Então, comprem a pipoca, preparem a poltrona e apreciem esse duelo. E que vença o melhor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por leoncio.jiujitsu às 17h30
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Heróis no exterior, mas “vilões” em casa

Leôncio Almeida

 

O MMA desperta emoções antagônicas no público em geral. Uns o amam cegamente. Já outros o abominam, por considerá-lo violento demais.

 

Em alguns lugares do mundo - Japão e Estados Unidos principalmente – o esporte é a sensação do momento, chegando, inclusive, a desbancar modalidades mais conhecidas internacionalmente, como o Boxe, por exemplo.

 

No Oriente, os atletas têm status de samuray e são reconhecidos por onde passam. Os brasileiros Wanderley Silva e Rodrigo Minotauro, entre outros, são ídolos nas terras nipônicas. Enquanto o paranaense Anderson Silva, que ganhou o prêmio de lutador do ano em 2008, é sensação entre os norte-americanos.

 

Por incrível que pareça, apesar do reconhecimento internacional, esses atletas ainda sofrem com o anonimato no seu país de origem. Aqui, andam pela rua à vontade e, infelizmente, não são tratados com o devido respeito.

 

O Brasil é o principal celeiro do MMA no mundo. A maioria dos atletas que fazem sucesso no exterior têm origem tupiniquim. No entanto, o esporte ainda não é bem aceito por uma parcela da população.

 

A falta de incentivo aos lutadores que estão iniciando é outro obstáculo a ser quebrado. Há poucos eventos regularizados no País. E esses, fora alguma exceção, não conseguem pagar uma bolsa digna aos atletas, que são obrigados a ganhar a vida mundo a fora.

 

Eu, que sou fã do esporte, fico triste com essa situação. Hoje, o MMA é um esporte renovado, com regras, comissão atlética, entre outras exigências. Vale ressaltar, também, que muita gente consegue o pão de cada dia por meio dele.

 

Diferente do que uma parcela desinformada pensa, cerca de 99,9% dos lutadores não são marginais, e sim pais e mães de família. Que como você, trabalhador comum, têm sonhos e buscam uma vida melhor para eles e os seus entes queridos.

 

Peço, do fundo do meu coração, que, antes de julgá-los, procure se informar sobre o esporte. Busquem, se possível, saber das dificuldades e das batalhas de cada um. Tenho certeza: vão se surpreender. Pois os lutadores, acima de tudo, são pessoas comuns como eu e você...



Escrito por leoncio.jiujitsu às 02h50
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Vai que é tua, Machida!

Leôncio Almeida

 

O brasileiro Lyoto Machida, de 30 anos, vai disputar no dia 23 de maio o cinturão dos meios pesados do Ultimate Fighting Championship (UFC), a organização de MMA (mistura de artes em português) mais importante do mundo.

 

Com 14 vitórias e nenhuma derrota no cartel, o brasileiro, que é faixa preta de caratê e jiu-jitsu, vai enfrentar o norte-americano Rashad Evans, que também é invicto na modalidade, com 13 triunfos.

 

Nascido na Bahia e radicado em Belém do Pará, Lyoto teve que enfrentar uma série de batalhas para conseguir essa chance. Apesar de ter vencido seis adversários de forma convincente - entre os quais o ex-campeão Tito Ortiz e o compatriota Thiago Silva - ele só conseguiu entrar na disputa porque o lutador Quinto “Rampage” Jackson se lecionou e não ia conseguir se recuperar a tempo de lutar no dia 23 maio.

 

O estilo de luta de Lyoto Machida é motivo de preocupações para os seus adversários. O carateca é um dos únicos lutadores a sair do octógono sem nenhum aranhão na cara. Ele consegue bater e, ao mesmo tempo, sair do raio de alcance dos adversários.

 

No entanto, grande parte dos especialistas e do público criticam sua forma de lutar. Dizem que suas lutas não são empolgantes e, também, o acusam de fugir do combate. Por isso, apesar das vitórias, Machida passou tanto tempo esperando para disputar o cinturão.

 

Eu, particularmente, sou fã de Lyoto Machida. Ele, além de ótimo lutador, aparenta ter um grande caráter. Não liga para essas críticas, que, para mim, são levianas e desprovidas. Não tem marra. É inteligente. Respeita as origens de sua família e a filosofia do caratê e do jiu-jitsu. E, acima de tudo, se dedica aos treinamentos como poucos.

Também acredito que, no dia 23 de maio, Machida sairá dos Estados Unidos com o título. Ele é, sem sombra de dúvidas, mais lutador que Rashad Evans. E espero que, com essa conquista, Lyoto Machida consiga levantar, ainda mais, a bandeira do MMA no Brasil. Talento nós temos de sobra. Só falta, agora, o devido apoio e respeito aos nossos atletas.



Escrito por leoncio.jiujitsu às 17h35
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Conheçam o MMA!

 

Leôncio Almeida

 

Sou fanático por Mixed Martial Arts (MMA), esporte conhecido popularmente no Brasil como Vale Tudo, e baseado em um desafio de artes marciais.  Karatê versus jiu-jitsu, por exemplo. Muitos o criticam por achá-lo sangrento e associá-lo aos brigões de ruas. Também há os leigos que, de forma irresponsável, fazem pré-julgamentos desprovidos e “mentirosos”.

 

Diferente do que muitos pensam, o MMA tem regras e essas devem ser respeitadas à risca. Caso contrário, o lutador será desclassificado e, conseqüentemente, perderá a luta. Não vale dedo no olho, golpe nas partes genitais, na nuca, entre outros. E quem vive do esporte são profissionais dignos e honrados, que, acima de tudo, abominam os brigões de ruas.

 

          Estados Unidos e Japão são os principais centros do MMA. O esporte também vai ganhando, aos poucos, o mercado europeu. Há vários eventos de porte nestes países. Entre os quais destaco o UFC e o Pride.

 

         O que mais admira aos fãs de MMA é a capacidade que determinados lutadores têm de se adaptar a vários tipos de artes marciais. Eles são especialistas em uma arte, mas, para ter êxito no esporte, buscam especialização em outras.

 

        Os brasileiros são hegemônicos no MMA. Isso se deve, na maioria dos casos, a habilidade de lutar no chão, adquiridas por meio das técnicas de jiu-jitsu. Idolatrados nestes países, mal conseguem andar nas ruas. No entanto, no seu país de origem, convivem com o anonimato.

 

        Esses lutadores deveriam ser tratados como verdadeiros heróis, pois se superaram e conseguiram notoriedade mundial sem patrocínio e nenhum apoio governamental. Entretanto, para isso acontecer no Brasil, muitos preconceitos têm que ser quebrados.



Escrito por leoncio.jiujitsu às 17h04
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